População brasileira está vivendo mais, diz IBGE
A expectativa de vida da população brasileira aumentou em mais de três anos entre 1991 e 2000, segundo o SNIG (Sistema Nacional de Informações de Gênero), um instrumento de conhecimento da realidade das mulheres no Brasil, elaborado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a partir de microdados dos Censos 1991 e 2000.
A esperança de vida das mulheres passou de 70,9 anos para 74,1 anos no período. Já para os homens, a expectativa de vida aumentou de 63,1 para 66,7 anos.
Segundo o IBGE, é evidente o crescimento da população mais velha entre os dois últimos censos, principalmente das mulheres. Em 1991, 7,8% da população era de mulheres com 60 anos ou mais. Esse percentual subiu para 9,3% em 2000.
De acordo com o Censo Demográfico, em 2000, 49% da população era do sexo masculino e 51%, feminino. Considerando somente a população com 60 anos ou mais, essa distribuição era de 45% e 55%, respectivamente.
"O envelhecimento da população tem se caracterizado por um excedente feminino, ou seja, para cada 100 idosas, havia 81,6 idosos [em 2000]'', divulgou o IBGE.
Cor
Com relação à distribuição da população por cor, o IBGE destaca que há um excedente de mulheres no Brasil de cor branca.
De 1991 para 2000, o percentual de mulheres brancas no país aumentou de 52,7% para 55%, enquanto a proporção de negras ou pardas caiu de 46,3% para 43,4%.
"A redução de quase três pontos percentuais da participação das pretas ou pardas na população feminina evidencia o que há muito o movimento das mulheres vem denunciando: a mortalidade feminina, seja essa influenciada pela mortalidade materna ou pelas condições de vida e saúde, que atinge mais essas mulheres.''
Já o percentual de homens brancos aumentou de 50,4% para 52,4% entre os censos de 1991 e 2000, enquanto entre os negros ou pardos houve queda de 52,7% para 46% na participação.
"Comparando os resultados dessas duas últimas décadas observamos uma redução de 2,6 pontos percentuais dos homens negros ou pardos que, por sua vez, pode estar relacionada com a elevada taxa de mortalidades destes, principalmente dos jovens.''
Fonte da Matéria: Folhapress, no Rio de Janeiro; 20/11/08
A expectativa de vida da população brasileira aumentou em mais de três anos entre 1991 e 2000, segundo o SNIG (Sistema Nacional de Informações de Gênero), um instrumento de conhecimento da realidade das mulheres no Brasil, elaborado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a partir de microdados dos Censos 1991 e 2000.
A esperança de vida das mulheres passou de 70,9 anos para 74,1 anos no período. Já para os homens, a expectativa de vida aumentou de 63,1 para 66,7 anos.
Segundo o IBGE, é evidente o crescimento da população mais velha entre os dois últimos censos, principalmente das mulheres. Em 1991, 7,8% da população era de mulheres com 60 anos ou mais. Esse percentual subiu para 9,3% em 2000.
De acordo com o Censo Demográfico, em 2000, 49% da população era do sexo masculino e 51%, feminino. Considerando somente a população com 60 anos ou mais, essa distribuição era de 45% e 55%, respectivamente.
"O envelhecimento da população tem se caracterizado por um excedente feminino, ou seja, para cada 100 idosas, havia 81,6 idosos [em 2000]'', divulgou o IBGE.
Cor
Com relação à distribuição da população por cor, o IBGE destaca que há um excedente de mulheres no Brasil de cor branca.
De 1991 para 2000, o percentual de mulheres brancas no país aumentou de 52,7% para 55%, enquanto a proporção de negras ou pardas caiu de 46,3% para 43,4%.
"A redução de quase três pontos percentuais da participação das pretas ou pardas na população feminina evidencia o que há muito o movimento das mulheres vem denunciando: a mortalidade feminina, seja essa influenciada pela mortalidade materna ou pelas condições de vida e saúde, que atinge mais essas mulheres.''
Já o percentual de homens brancos aumentou de 50,4% para 52,4% entre os censos de 1991 e 2000, enquanto entre os negros ou pardos houve queda de 52,7% para 46% na participação.
"Comparando os resultados dessas duas últimas décadas observamos uma redução de 2,6 pontos percentuais dos homens negros ou pardos que, por sua vez, pode estar relacionada com a elevada taxa de mortalidades destes, principalmente dos jovens.''
Fonte da Matéria: Folhapress, no Rio de Janeiro; 20/11/08


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