Portugueses deixam casa dos pais mais tarde
Um estudo do gabinete de estatísticas da União Europeia, divulgado esta quinta-feira em Bruxelas, revela que os jovens portugueses enfrentam a precariedade no emprego e saem tarde de casa dos pais.
De acordo com os dados apresentados, em média, os homens portugueses deixam a casa da família aos 29,5 anos e as mulheres aos 28,5, numa tabela liderada pela Finlândia (23,1 e 22 anos, respectivamente) e França (24,2 e 23,1).
Na cauda da lista da União Europeia estão os jovens eslavos, que saem de casa aos 31,5 anos e 29,8, seguindo-se os da Eslovénia (31,5 e 29,6) e da Bulgária (31,5 e 27,7).
Relativamente ao emprego, os dados do segundo trimestre deste ano, apontam que mais de metade dos portugueses (54,2 por cento) com idades entre os 15 e os 24 anos têm contratos de trabalho temporário, sendo a média da UE de 39,4 por cento.
Entre os 25 e os 29 anos, quatro em cada dez (38,3 por cento) trabalhadores têm contratos a termo (UE27 20,4 por cento) e dos 30 aos 54 o número baixa para 16,6 por cento (UE27 9,2 por cento).
Cruzando a idade com o desemprego e o nível de escolaridade, o Eurostat - com base nos dados de 2008 - mostra que, em Portugal, na faixa dos 25 aos 34 anos, há 12,2 por cento de desempregados com um nível baixo de educação (19,2 por cento na UE).
Já com a escolaridade média, a taxa de desemprego é de 11,1 por cento (9,1 por cento na UE) e no nível elevado de educação baixa para 7,7 por cento (5,9 por cento na UE).
O mesmo estudo aponta que, em termos de ocupação de tempos livre, três em cada quatro jovens europeus entre os 16 e os 29 anos foi pelo menos uma vez ao cinema (77 por cento), mais de metade (54 por cento) assistiu a um espectáculo, e 49 por cento fez uma visita cultural, tendo como base dados de 2006. Em Portugal os números são, respectivamente, de 69, 70 e 46 por cento.
O Eurostat salienta ainda que, no dia 01 de Janeiro de 2009, havia 95 milhões de jovens, entre os 15 e os 29 anos, na União Europeia.
fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F35D1562-4B22-4D0F-8C22-30C958E50301&channelid=021-0000-0; 15/01/10
Um estudo do gabinete de estatísticas da União Europeia, divulgado esta quinta-feira em Bruxelas, revela que os jovens portugueses enfrentam a precariedade no emprego e saem tarde de casa dos pais.
De acordo com os dados apresentados, em média, os homens portugueses deixam a casa da família aos 29,5 anos e as mulheres aos 28,5, numa tabela liderada pela Finlândia (23,1 e 22 anos, respectivamente) e França (24,2 e 23,1).
Na cauda da lista da União Europeia estão os jovens eslavos, que saem de casa aos 31,5 anos e 29,8, seguindo-se os da Eslovénia (31,5 e 29,6) e da Bulgária (31,5 e 27,7).
Relativamente ao emprego, os dados do segundo trimestre deste ano, apontam que mais de metade dos portugueses (54,2 por cento) com idades entre os 15 e os 24 anos têm contratos de trabalho temporário, sendo a média da UE de 39,4 por cento.
Entre os 25 e os 29 anos, quatro em cada dez (38,3 por cento) trabalhadores têm contratos a termo (UE27 20,4 por cento) e dos 30 aos 54 o número baixa para 16,6 por cento (UE27 9,2 por cento).
Cruzando a idade com o desemprego e o nível de escolaridade, o Eurostat - com base nos dados de 2008 - mostra que, em Portugal, na faixa dos 25 aos 34 anos, há 12,2 por cento de desempregados com um nível baixo de educação (19,2 por cento na UE).
Já com a escolaridade média, a taxa de desemprego é de 11,1 por cento (9,1 por cento na UE) e no nível elevado de educação baixa para 7,7 por cento (5,9 por cento na UE).
O mesmo estudo aponta que, em termos de ocupação de tempos livre, três em cada quatro jovens europeus entre os 16 e os 29 anos foi pelo menos uma vez ao cinema (77 por cento), mais de metade (54 por cento) assistiu a um espectáculo, e 49 por cento fez uma visita cultural, tendo como base dados de 2006. Em Portugal os números são, respectivamente, de 69, 70 e 46 por cento.
O Eurostat salienta ainda que, no dia 01 de Janeiro de 2009, havia 95 milhões de jovens, entre os 15 e os 29 anos, na União Europeia.
fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F35D1562-4B22-4D0F-8C22-30C958E50301&channelid=021-0000-0; 15/01/10


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